Na gramática do audiovisual, hoje, os gêneros passam por revisões. As fronteiras entre os formatos possíveis para a imagem estão cada vez mais indefinidas, o que vem abrindo campos inusitados para a criação artística.

Já nos anos 50-60, vídeo-instalações e performances ocupavam palcos, galerias, ruas, incorporavam objetos, imagens em movimento, fotografia e ação dramática, produzindo obras vivas livres de rótulos.

A Emvideo reedita esta prática em Belo Horizonte fazendo parcerias criativas com grupos como o Uakti (música), Galpão (teatro), Corpo (dança), em recitais multimídia de timbre experimental e contemporâneo. Isso vai se refletir inclusive em seus trabalhos estritamente audiovisuais como curtas e documentários, que apresentam sintomas de "outras" áreas.

Pólos de produção e pesquisa, museus, distribuidores, produtores culturais são interlocutores constantes da Emvideo e parceiros em projetos no Brasil e exterior.